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Neste corte, homens que agridem as mulheres, mas depois se colocam como seus cuidadores

 

Este corte do novo episódio do podcast Se Liga, Cidadão!, do Compromisso com Limeira, apresenta um importante depoimento de Marina Alencar, especialista em Políticas Públicas e ex-coordenadora da Rede Elza Tank. Ela explica que muitos homens agridem as mulheres, mas depois se colocam como seus cuidadores, deixando-as num difícil dilema.

Conduzido por Daniele Paulino e Juliana Zornig, integrantes do Grupo de Trabalho Mulheres do CCL, este episódio aborda o enfrentamento à violência contra a mulher, pauta que integra o Mapa de Riscos de Limeira.

Também participou Solange Correa, idealizadora do podcast Vozes que Rompem. Ela compartilha seu drama pessoal após sua filha ser vítima de feminicídio.

O conteúdo completo, gravado no Studio’s House, está disponível para visualização aqui.

Neste corte, o depoimento de uma mãe cuja filha foi vítima de feminicídio

 

Com o objetivo de promover a transparência e o diálogo sobre temas essenciais para o município, o Compromisso com Limeira apresenta um debate relevante no podcast Se Liga, Cidadão!. O episódio aborda o enfrentamento à violência contra a mulher, pauta que integra o Mapa de Riscos de Limeira.

A condução do diálogo foi realizada por Daniele Paulino e Juliana Zornig, integrantes do Grupo de Trabalho Mulheres da instituição. O trecho em destaque apresenta o depoimento de Solange Correa, idealizadora do podcast Vozes que Rompem. Solange compartilha sua experiência pessoal após a perda da filha, vítima de feminicídio, abordando a superação e o significado do perdão em sua trajetória.

O episódio conta ainda com a participação de Marina Alencar, especialista em Políticas Públicas e ex-coordenadora da Rede Elza Tank, que oferece informações técnicas sobre o funcionamento da rede de proteção e o acolhimento no município.

O conteúdo completo, gravado no Studio’s House, está disponível aqui.

Podcast Se Liga, Cidadão! aborda o enfrentamento à violência contra a mulher

Discussão oferece um panorama sobre as estruturas de suporte existentes e as experiências de quem atua diretamente na causa

 

O novo episódio do podcast Se Liga, Cidadão!, iniciativa do Compromisso com Limeira, apresenta um debate fundamental sobre o enfrentamento à violência contra a mulher. O tema é um dos pontos que integram o Mapa de Riscos do município, documento que auxilia na identificação de vulnerabilidades locais.

A condução do episódio foi realizada por Daniele Paulino e Juliana Zornig, integrantes do Grupo de Trabalho Mulheres do Compromisso com Limeira. O objetivo da discussão é oferecer um panorama sobre as estruturas de suporte existentes e as experiências de quem atua diretamente na causa.

O debate conta com a participação de Marina Alencar, especialista em Políticas Públicas e ex-coordenadora da Rede Elza Tank, que explica o funcionamento e a importância dessa rede de proteção no município. O episódio também recebe Solange Correa, idealizadora do podcast Vozes que Rompem, projeto criado após sua filha ser vítima de feminicídio.

Gravado no Studio’s House, o conteúdo busca cooperar com a disseminação de informações relevantes para a construção de uma cidade mais segura e eficiente em suas políticas de acolhimento.

O episódio completo está disponível aqui.

Representantes do Compromisso com Limeira acompanham debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher

Assunto que pautou a audiência pública na Câmara Municipal também é tema de análise detalhada no episódio mais recente do podcast Se Liga, Cidadão

No dia 25 de março, a Câmara Municipal de Limeira sediou a audiência pública com o tema “Segurança além do boletim de ocorrência. Integrando inteligência e acolhimento no enfrentamento à violência contra a mulher em Limeira”.

O evento, organizado pela Comissão de Segurança Pública, reuniu diversas instituições para debater o aprimoramento das políticas de prevenção e o atendimento integrado às vítimas no município.

O encontro contou com a participação de integrantes do Grupo de Trabalho (GT) do Compromisso com Limeira (CCL). O tema em questão é um dos pontos centrais do Mapa de Riscos de Limeira, documento elaborado pelo CCL que fundamenta o Termo de Compromisso assinado com o poder público para promover uma gestão mais eficiente e transparente.

Durante a audiência, os debates destacaram a importância da educação de crianças e jovens para a construção de uma cultura de respeito, visando resultados a longo prazo. No cenário atual, foi pontuada a necessidade de garantir condições dignas às vítimas, como acesso a moradia, alimentação e trabalho, permitindo que elas encontrem alternativas para sair de ciclos de violência.

Os participantes ressaltaram que, embora a Rede Elza Tank seja uma referência nacional, é fundamental ampliar a divulgação de seus serviços. Outros pontos levantados incluíram a necessidade de maior presença de profissionais de psicologia e assistência social nas delegacias, a capacitação contínua dos agentes de atendimento e a atenção ao impacto da violência doméstica sobre crianças e adolescentes.

A criação do GT Mulheres pelo Compromisso com Limeira em 2025 reforça o objetivo da instituição em oferecer protagonismo feminino na busca por justiça social e na cooperação com os órgãos públicos.

Recentemente, esse assunto também foi detalhado no podcast Se Liga, Cidadão, disponível aqui, no qual voluntárias e especialistas discutem soluções para a cidade.

Para os interessados em acompanhar todos os diálogos e propostas apresentadas, a íntegra da audiência pública está disponível aqui.

Compromisso com Limeira ocupa Tribuna Livre para dar início à agenda do Março Transparente

Evento acontecerá no dia 12 de março, na sede da ACIL

No dia 23 de fevereiro, o Compromisso com Limeira (CCL) esteve presente na sessão ordinária da Câmara Municipal de Limeira. A coordenadora do Grupo de Trabalho Mulheres, Juliana Osti, utilizou o espaço da Tribuna Livre para apresentar reflexões sobre a segurança pública e a governança local, marcando o início das atividades voltadas ao Março Transparente.

Em sua fala, Juliana destacou que o CCL, como evolução do trabalho do Observatório Social do Brasil – Limeira, ampliou sua atuação para mobilizar a sociedade e fortalecer as metas pactuadas entre os poderes e a sociedade civil.

A coordenadora trouxe um alerta sobre o aumento de indicadores de violência, como roubos e mortes no trânsito, pontuando que esses dados devem orientar decisões estratégicas e ajustes reais nas políticas públicas.

A participação na Tribuna também serviu como convite para o Março Transparente, que acontece no dia 12 de março, na sede da ACIL. O evento é uma evolução do antigo Orçamento Transparente e propõe um debate abrangente sobre o monitoramento de indicadores e o uso dos recursos públicos. Na ocasião, será apresentado o Relatório Anual das atividades do CCL referente ao período 2025/2026.

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GT Mulheres define seu calendário de ações para o Compromisso com Limeira em 2026

Agenda inclui organização da 7ª edição do Agosto Transparente, Caminhadas Cidadãs e participações no podcast institucional

Criado em 2025, o Grupo de Trabalho Mulheres consolida o protagonismo feminino na atuação do Compromisso com Limeira. As integrantes assumem a organização de algumas das principais atividades previstas no calendário da entidade até o final deste ano, ampliando a participação em projetos estratégicos.

Entre as iniciativas confirmadas, está a 7ª edição do Agosto Transparente, que será realizada novamente na sede da Associação Comercial e Industrial de Limeira (ACIL). O evento, que ocorre desde 2020, reúne representantes dos poderes constituídos e de diversas instituições da sociedade civil, mantendo-se como um fórum de debates voltado à promoção da cidadania e à participação popular na gestão pública.

O GT Mulheres também está à frente da organização da Caminhada Cidadã, com previsão de quatro edições ao longo de 2026. A proposta une atividade física e consciência cidadã por meio da coleta de resíduos durante o trajeto. Após o êxito da 6ª edição, realizada em outubro de 2025 em parceria com a Escola William Silva, no Parque Novo Mundo, o formato será mantido, buscando envolver escolas de variados bairros da cidade.

A programação inclui ainda um evento especial preparado para março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Além disso, está prevista a participação das integrantes do grupo em seis edições do podcast do CCL, o “Se Liga, Cidadão!”, que serão transmitidas em meses alternados.

Com esse cronograma de atividades, o Compromisso com Limeira expande a presença feminina em suas frentes de trabalho e na condução de seus projetos institucionais.

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Limeira cria cadastro municipal de agressores de mulheres condenados pela Lei Maria da Penha

Nova legislação prevê acesso público a informações básicas e regulamentação pelo Poder Executivo

O Jornal Oficial do Município de Limeira publicou a Lei nº 7.263, de 13 de janeiro de 2026, que institui o Cadastro Municipal de Agressores de Mulheres condenados com base na Lei Federal Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). A norma é de autoria da vereadora Mariana Silva Calsa e estabelece a criação de um banco de dados específico no âmbito do município.

De acordo com a lei, o cadastro reunirá informações de pessoas condenadas com trânsito em julgado por crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher. A consulta será pública, com acesso ao nome e à fotografia dos condenados enquanto durar o cumprimento da pena.

Dados mais sensíveis, como detalhes completos do caso e informações que possam identificar a vítima, terão acesso restrito às autoridades competentes e dependerão de autorização judicial.

O texto legal determina que o cadastro seja regulamentado pelo Poder Executivo, por meio dos órgãos da administração direta e indireta responsáveis pelo recebimento de denúncias e pelo acompanhamento dos casos de violência de gênero.

Entre os dados mínimos previstos estão informações pessoais do agressor, grau de parentesco ou relação com a vítima, idade das partes envolvidas e circunstâncias em que o crime foi praticado.

A criação desse tipo de instrumento levanta discussões relevantes sobre transparência, proteção de dados, segurança pública e efetividade das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Mais do que a existência formal do cadastro, o impacto social da medida dependerá da forma como será implementada, regulamentada e atualizada ao longo do tempo.

Para o Compromisso com Limeira, acompanhar a aplicação prática de leis como essa é fundamental. Medidas que tratam de direitos, proteção social e segurança precisam ser observadas de perto pela sociedade para que cumpram, de fato, os objetivos previstos em lei e contribuam para uma cidade mais justa e segura para todos.

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Informação qualificada fortalece a cidadania e orienta o debate sobre gênero

GT Mulheres mantém iniciativas de reflexão e debate e incentiva o acesso a conteúdos que abordam políticas voltadas às mulheres

O acesso à informação é um dos pilares da educação para a cidadania. Quando os dados e as análises são consolidados e confiáveis, a população tem melhores condições de compreender suas próprias demandas, acompanhar políticas públicas e participar mais ativamente da vida coletiva.

No Observatório Social do Brasil – Limeira, o Grupo de Trabalho Mulheres atua continuamente nesse sentido, mantendo iniciativas de diálogo e reflexão voltadas ao bem-estar e ao protagonismo feminino.

Um exemplo recente de publicação que nos traz esse tipo de análise e que dialoga com esse propósito é o livro “O que o Congresso pensa sobre as mulheres?: Produção legislativa e gênero no Brasil”, da advogada Marina Ganzarolli, publicado pela editora Jandaíra.

A obra, derivada da pesquisa de mestrado da autora na Faculdade de Direito da USP, reúne uma investigação ampla sobre como o Poder Legislativo brasileiro trata temas relacionados às mulheres. O estudo analisou mais de 1.400 projetos de lei e normas aprovadas desde a Constituição de 1988, abordando assuntos como violência de gênero, direitos reprodutivos e a apropriação de discursos feministas por grupos conservadores.

Ao divulgar obras e conteúdos que ampliam a compreensão sobre as políticas voltadas às mulheres, o GT Mulheres busca incentivar o acesso a análises consistentes e fortalecer a participação informada da sociedade. A iniciativa contribui para que a população acompanhe, com senso crítico, a produção legislativa e seus impactos sobre a vida das mulheres.

GT Mulheres do OSB-Limeira encerra o ano com balanço de atividades e planejamento para 2026

Grupo consolida projetos, amplia atuação e assume novos compromissos nas ações do Observatório

O Grupo de Trabalho Mulheres do Observatório Social do Brasil – Limeira realizou, no dia 27 de novembro, sua reunião de encerramento das atividades de 2025. Criado neste ano, o GT integra o esforço do OSB em ampliar o protagonismo feminino em suas ações e fortalecer a participação das mulheres em iniciativas de controle social e cidadania.

Em 2025, o grupo assumiu a coordenação da 6ª Caminhada Cidadã, realizada em 11 de outubro, em parceria com a Escola William Silva, no Parque Novo Mundo. Para 2026, o GT Mulheres continuará responsável pela organização das caminhadas, que serão realizadas sempre em conjunto com uma escola, com o objetivo de envolver estudantes e reforçar o caráter formativo da atividade.

O grupo também ficará à frente da apresentação dos dois grandes eventos anuais do OSB-Limeira: o Orçamento Transparente, em março, e o Agosto Transparente. Para cada um deles, está previsto um episódio especial de podcast produzido pelo próprio GT.

Além desses conteúdos, o grupo realizará mais quatro episódios ao longo do ano, sempre com convidadas para debater temas sensíveis às mulheres, como mercado de trabalho, violência, saúde, maternidade e outros assuntos ligados aos direitos femininos.

Outra iniciativa estruturada pelo GT em 2025 foi o Clube do Livro, no qual as integrantes se reúnem periodicamente para discutir obras relacionadas ao universo feminino, estimulando formação, reflexão e troca de experiências.

Na reunião de encerramento, as integrantes também definiram as responsabilidades para o próximo ano. Cada dupla ficará à frente da condução de uma das atividades previstas para 2026, garantindo organização, continuidade e fortalecimento das ações do grupo.

O OSB-Limeira seguirá acompanhando e apoiando o trabalho do GT Mulheres, reconhecendo sua importância para a promoção da cidadania e para a ampliação da participação feminina nas ações de transparência e controle social realizadas pela entidade.

Mulheres assumem quase metade das chefias de lares no Brasil, mostra Censo

Cresce presença feminina na condução familiar e econômica, mas seguem desafios ligados à vulnerabilidade social

De acordo com recorte do Censo 2022 recentemente divulgado, as mulheres são hoje responsáveis por 49,1% dos lares brasileiros, ou cerca de 35,6 milhões de domicílios, enquanto os homens chefiam 50,9% (aproximadamente 36,9 milhões).

Em 2010, apenas 38,7% dos domicílios tinham chefia feminina, o que mostra o avanço expressivo da presença das mulheres na condução familiar e econômica das casas.

A Região Nordeste concentra a maior proporção de lares com mulheres responsáveis: 10 estados têm mais de 50% dos domicílios chefiados por elas. O fenômeno, segundo o IBGE, está diretamente ligado à ampliação da independência econômica feminina e ao aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho, que as tornou protagonistas também na gestão financeira da família.

Mas o avanço vem acompanhado de desafios. Lares liderados por mulheres, especialmente negras e pardas, enfrentam maiores índices de vulnerabilidade socioeconômica e insegurança alimentar. Aproximadamente três em cada 10 mulheres que chefiam o lar são mães solo, o que reforça a necessidade de políticas públicas voltadas ao apoio social, educacional e profissional desse grupo.

Os dados do Censo evidenciam que a presença feminina na chefia de família não é apenas um reflexo de mudanças culturais, mas também um indicativo de transformação social. Ao assumir o papel de principais provedoras, essas mulheres impulsionam o desenvolvimento econômico, a autonomia pessoal e a formação de novas referências dentro da sociedade.

Para o Grupo de Trabalho Mulheres do Observatório Social do Brasil – Limeira, compreender e divulgar esses números é uma forma de promover a cidadania, valorizar o protagonismo feminino e fortalecer ações que ampliem as oportunidades e reduzam desigualdades.